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Devocional Diário
Salmos 19:14
Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis a ti, meu redentor!
O uso de palavras torpes e os famosos palavrões, é algo relativamente comum entre as pessoas em geral. É uma característica mais presente entre pessoas de culturas mais empobrecidas, mas até mesmo entre aqueles que denominam cristãos, é possível ver com frequência, o uso descontrolado de palavras de baixo calão. Tem se tornado uma característica peculiar, principalmente em momentos de tensão e ira. Entre os mais jovens, a palavra torpe está inserida na gíria e adicionada a linguagem comum do dia a dia, ou seja, falar palavrões é normal.
Em Salmos 19, a palavra de Deus começa descrevendo a glória de Deus, manifestada no céu e confirmada na terra. E é impossível olhar para a criação e não contemplar nela o criador. O autor sagrado lembra, em detalhes, a dimensão do amor e da graça de Deus, revelada na criação e na forma como o Senhor, mantém tudo debaixo de sua autoridade e poder. Porém, ao concluir este lindo salmo, um desejo salta aos olhos de Davi, que seus lábios e seus pensamentos, fossem agradáveis ao Senhor. A consciência da presença de Deus é fundamental para quem deseja viver uma vida de alto padrão. E esta atitude exige uma contrapartida de nós seres humanos, ou seja, precisamos nos purificar em atos e pensamentos, para criar uma esfera saudável para habitação do Espírito Santo.
A expressão bíblica e que virou ditado popular, afirma que a boca costuma falar daquilo que o coração está cheio. Em resumo, os palavrões brotam de uma boca contaminada por pensamentos impuros e desvirtuados. O processo para não fazer uso de palavras torpes passa, portanto, pelo cultivo de uma mente que é consciente da presença de Deus.
O desafio de hoje é lembrar nossa mente, de que o Senhor está presente aqui. A consciência de que somos a habitação do Espírito Santo, é o pontapé inicial para quem deseja cultivar uma boca livre de palavras torpes. Por fim, é necessário lembrar as próprias palavras das escrituras sagradas que nos advertem de que o homem não foi formado e criado para impureza, mas sim para santificação, sem a qual, ninguém verá o Senhor.
Pr. Marcos Langer
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